Por Érica Laíne Lopes da Silva Mangabeira
A
violência acontece desde os tempos antigos, mas hoje em dia extrapola qualquer
barreira e nem as leis implantadas pelo país são capazes de pará-la. Crimes
gravíssimos são cometidos como se fosse algo normal, e principalmente por
jovens, sabendo-se que não haverá punição para os mesmos.
O
sistema brasileiro mal estruturado reflete consequências para sua população
tendo como principal a carente, que sofre com a desigualdade, aumentando o
envolvimento do jovem, que não passa a só cometer crimes, mas a se envolver com
drogas por influência e por serem instruídos pela estrutura familiar,
desequilibrada muitas vezes, mesmo que muitas vezes não é por nenhum dos
motivos e sim por sua própria vontade.
O
envolvimento de menores em crimes como estupro, homicídio, roubo e até tráfico,
trás claramente a revolta na sociedade, pois sabemos que logo quando forem
apreendidos, seriam libertos, deixando famílias injustiçadas e as autoridades
não tem o poder para tornar possível a prisão dos indivíduos, trazendo a
questão da maioridade penal, que deveria ser possível para crimes graves, e
para crimes leves levar os indivíduos para novas 'Casas Fundação'. A
superlotação também é um fato que precisa ser mudado, para receber criminosos
que estão soltos por falta de espaço.
Por
fim, podemos perceber que é necessária uma renovação de leis e práticas, para
que a violência que a cada dia instrui um novo jovem a praticar, deve ser vista
como ponto principal para o desenvolvimento brasileiro, que depende destes
jovens para o crescimento do Brasil.
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